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Treinamento aplicado

Capacitação em inteligência artificial para equipes, e para quem quer aprender no próprio material

Aprender a usar IA de verdade no trabalho: com método, com segurança no trato dos dados e sem depender de mim depois. Eu desenho o programa a partir da rotina da equipe.

A diferença entre os dois cenários é método

Você já viu o movimento: relatórios que consumiam uma tarde saem em uma hora; documentos de centenas de páginas viram resumos confiáveis em minutos. E já viu o outro lado: resposta inventada com cara de verdade, informação sigilosa colada em ferramenta gratuita, cada um na equipe usando de um jeito.

O que separa um cenário do outro não é talento nem plano pago: é método. Saber o que pedir, o que confiar, o que conferir e como transformar em rotina aquilo que se repete. É exatamente isso que eu ensino.

Para equipes, e também para profissionais

Nos dois casos vale a mesma regra: ninguém assiste de longe. Cada pessoa trabalha nos próprios casos desde o primeiro encontro e sai com trabalho pronto, não com anotação.

Para equipes

A equipe inteira no mesmo padrão

Cada área com os próprios exemplos, regras claras do que pode e do que não pode subir para a ferramenta, e rotinas construídas junto. Grupos separados quando fizer sentido, para ninguém evoluir com plateia.

Falar sobre a equipe
Para profissionais

Um a um, no seu material

Para quem quer sair do improviso: profissional liberal, liderança, quem pesquisa ou estuda. Trabalhamos nos seus documentos, na sua rotina e no seu ritmo. Isso inclui o uso da IA fora do expediente para organizar, aprender e decidir melhor.

Falar sobre o meu caso
Anamnese

Primeiro, examinar; depois, receitar

Quem cuida de contrato não vive a rotina de quem fecha o mês no financeiro. Treinamento igual para realidades diferentes vira palestra: todos assistem, poucos aplicam.

Por isso tudo começa com uma anamnese: uma conversa sobre a rotina de verdade e, no caso de equipes, um questionário anônimo e curto com quem faz o trabalho. Dela sai o desenho do programa: quais temas importam, em que ordem, em que ritmo e qual plano de IA tem o melhor custo-benefício para o uso real.

Os temas que a gente trabalha

Não é uma grade fechada nem uma sequência de aulas: é o repertório do que pode ser trabalhado. A anamnese escolhe o que entra, com que profundidade e em que ordem.

Fundamentos e limites

O que a IA faz bem, onde erra e por quê. Como pedir para receber o que você esperava e como perceber quando a resposta veio bonita, mas errada.

Segurança e sigilo

O que pode e o que não pode subir para a ferramenta, como remover o que identifica uma pessoa antes de colar e como configurar tudo para os seus dados não virarem treino de modelo.

Escrita do dia a dia

E-mails, propostas, relatórios e documentos no seu tom e no seu padrão. Inclui a revisão de português e de estilo antes de o texto sair da sua mão.

Documentos longos

Contratos, processos e materiais extensos: resumir sem perder o essencial, comparar versões, achar a cláusula e montar uma linha do tempo sem estourar o custo.

Pesquisa com fonte verificada

Levantar informação de mercado, norma ou referência técnica sem inventar fonte, conferindo uma a uma. É aqui que a maioria dos vexames deixa de acontecer.

Dados e planilhas

Da planilha bagunçada ao número confiável: limpar, cruzar, analisar e chegar ao gráfico que vai para a reunião sem depender de quem "manja de Excel".

Apresentações e materiais

Slides, relatórios e peças visuais prontos em minutos, na identidade de quem assina, com o conteúdo já organizado para quem vai ouvir.

Reuniões, áudio e vídeo

Transcrição, ata, decisões e pendências saindo direto da gravação. Ninguém precisa parar de participar para anotar.

Rotinas automáticas

O que se repete toda semana vira processo: escreve-se o pedido, sai o documento pronto. Cada um monta as suas e leva prontas para usar no dia seguinte.

Escolher e configurar a ferramenta

Qual IA usar em cada tarefa, o que muda de um plano para outro e como deixar tudo configurado sem pagar pelo que você não usa.

Cada tema é praticado no material real de quem está ali: o relatório que está na mesa, o contrato que precisa ser revisado, a apresentação que precisa sair.

O conhecimento não vai embora comigo

  • O curso interno, gravado: os encontros organizados por tema; quem chegar depois assiste e se nivela, sem custo novo.
  • Manuais de bolso: uma página por rotina, passo a passo ilustrado.
  • As rotinas automáticas construídas nos encontros, prontas para o dia seguinte.
  • Ferramentas configuradas com segurança e regras claras de uso.
  • Canal direto comigo durante o programa e por um período combinado depois dele.

Sem mensalidade e sem dependência. O conhecimento fica com a equipe; reforço depois, se quiser, é avulso.

Ensino a trabalhar com IA, não com uma marca

Os fundamentos, como preparar o material, instruir bem, verificar a fonte e montar uma rotina, valem para qualquer ferramenta de hoje e para as que ainda vão aparecer. Não trabalho com uma só: cada modelo tem o seu ponto forte, e um escreve melhor, outro atravessa documento longo sem se perder, outro lida melhor com número e planilha.

A anamnese define quais entram no seu caso, e a equipe aprende a escolher em vez de ficar presa a uma marca. Quando a ferramenta muda, vocês já sabem o que pedir.

Onde o tempo volta para o dia

Primeiro nas tarefas que se repetem e que hoje ninguém questiona. Em cada uma, a IA prepara a primeira versão e quem assina revisa.

  • o resumo do documento ou do relatório longo
  • a primeira versão da proposta
  • a ata e as pendências da reunião
  • a apresentação para o cliente ou para a diretoria
  • a revisão de português e de estilo antes de enviar

Não publico estimativa de horas economizadas: isso depende da rotina de cada equipe, e é uma das coisas que a anamnese mede. O ganho que mais interessa é o das tarefas que hoje ninguém faz por falta de tempo.

Sigilo e responsabilidade

A palavra final é sempre de quem assina

As ferramentas são configuradas para que os seus dados não sejam usados no treinamento dos modelos. As regras da casa, incluindo o que sobe, o que não sobe e como remover o que identifica uma pessoa, ficam definidas logo no início. Todo fluxo que eu ensino termina em conferência humana. A IA prepara e acelera; quem assina é quem sempre assinou.

Quem conduz

João Roque

João Roque em um corredor de escritório, de blazer escuro, olhando para a câmera
Formação

Especialista em inteligência artificial em formação pela USP, no MBA em IA e Big Data

Curso criado recentemente pela universidade diante do avanço da tecnologia.

Trajetória

Marketing, design, desenvolvimento web e dados antes da IA

É o que me deixa traduzir entre pessoas e sistemas.

Minha especialidade é a passagem do "isso não é para mim" para o uso diário e natural. Vir do design e da programação ajuda em dois pontos práticos: o material que produzo é claro e visual, e as rotinas que monto funcionam.

Quando a equipe precisa que algo seja construído, entra a outra parte do que eu faço: a consultoria, no modelo desenvolver ensinando. Mais sobre mim.

Perguntas antes da conversa

Em que formato o treinamento acontece?

Presencial, online ou os dois. Formato, ritmo e quantidade de encontros saem da conversa inicial e da anamnese, não de uma tabela pronta.

Para quem é?

Para equipes e lideranças que querem usar IA no trabalho que já fazem, com critério e com segurança no trato dos dados. Também atendo profissionais que querem aprender no próprio material.

Precisa saber alguma coisa de tecnologia antes?

Não. O treinamento é feito para quem não é técnico. Cada termo é explicado na primeira vez em que aparece, e o exercício é sempre uma tarefa real de quem está ali.

A equipe precisa de uma ferramenta específica?

Não. Ensino a trabalhar com IA, não com uma marca. A anamnese define quais ferramentas fazem sentido no seu caso, e a equipe aprende a escolher.

Qual é o primeiro passo?

Uma conversa sobre a rotina da equipe, sem compromisso. Dela sai a anamnese e, depois, o desenho do programa com o investimento. Você decide com o desenho na mão.

Começa com uma conversa

  1. ConversarA gente conversa sobre a rotina da equipe, sem compromisso.
  2. DesenharFaço a anamnese e devolvo o desenho: os temas, o ritmo, a quantidade de encontros e o investimento.
  3. ComeçarAprovado, marcamos as datas juntos e começamos.

Vamos falar sobre a sua equipe